Rotatividade de empregados: prejuízo para empresa & vantagem para o empregado

Quando a rotatividade de empregados é excessiva há consequente redução nos lucros das empresas. Todo investimento com treinamento, uniformes, impostos, taxas e tributos de toda ordem são perdidos e repetidos instantaneamente com novas contratações.

Por vezes, a falta de gestão de pessoal propicia ao empregado uma condição cômoda dentro da empresa. Essa falta de gestão permite ao empregado manter postura inadequada como baixa produtividade, ausências não justificadas, atrasos etc., com fito de, após certo período de emprego, ser dispensado de forma imotivada.

Em verdade, a própria legislação estimula o trabalhador mal intencionado a ser demitido. Existem vantagens como saque do FGTS, multa de 40%, aviso prévio, seguro-desemprego, as quais figuram como verdadeiros prêmios ao trabalhador que é demitido.

Como se não bastasse, como a justiça trabalhista é paternalista, comumente esses empregados ainda recorrem ao judiciário reclamando direitos dos mais variados, tendo-se em vista que praticamente não há custo para o empregado ingressar com demandas que se mostram, por vezes, verdadeiras aventuras jurídicas.

A recém-aprovada Lei n.º 13.429, autoriza a terceirização de todas as atividades das empresas brasileiras, permitindo a contratação de trabalhadores como pessoa jurídica (PJ). Com isso, os encargos fiscais e parafiscais serão menores, elimina-se o incentivo na busca da demissão, incentivando-se, ao mesmo passo, que os trabalhadores brasileiros tornem-se empreendedores.

Essa nova dinâmica tornará o mercado de trabalho brasileiro mais atraente, incentivará o investimento das empresas e tornará os trabalhadores mais direcionados ao empreendedorismo com elevados ganhos de produtividade.

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